Dia desses me deparei com essa imagem na net e, por consequência, com essas palavras. E fiquei refletindo sobre elas e fazendo uma relação do que eu ando vendo por aí ultimamente.
E percebo o quanto há pessoas intensas no seu "sentir". E, com relação à isso, não vejo problema algum, já que eu mesma sou assim.
Quando gosto de alguém, gosto mesmo, quero estar perto.
Quando gosto de uma música, sou daquelas que escuta num repeat infinito.
Quando gosto de uma comida, como e repito lambendo os beiços.
Se gosto de um lugar, sempre que posso volto à ele, tiro fotos, etc.
Sim, sou intensa e me sinto bem sendo assim.
Contudo, tudo na vida deve ter o tal do limite. Eu curto o momento que despendo com o eleito para ser meu amado (sejam pessoas, músicas, alimentos, lugares, etc). Mas o limite está em você respeitar o seu próximo.
Se você gosta de alguém/algo, não significa que só você goste.
Não significa que você goste muito mais do que todo mundo.
Não significa que todos tenham que gostar.
Não significa que você é possuidor do que/ de quem você elegeu para amar.
Não significa que você tenha que mover "mundos e fundos" pra demonstrar que você sente muito mais do que os outros.
Não dá pra ter competições quando o assunto é sentimento. Cada um sente de um jeito. O que "bate" forte pra mim, pode não te abalar. O que é muito legal pra você, pode não despertar meu interesse. E vice versa. E as pessoas não são menos do que as outras por isso. Um não sente mais do que o outro.
O que for verdadeiramente sentido será naturalmente revelado.
♥
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